Agricultura Familiar Orgânica em discussão na UNEB



A consolidação do agronegócio de produtos orgânicos na região de Juazeiro sreá discutido de hoje até amanhã (30/05) no 1º Seminário Prospectivo da Cadeia Produtiva da Agropecuária Orgânica no Vale do São Francisco.


O evento é promovido pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola S.A. (EBDA) e parceiros do Fórum de Agropecuária Orgânica e Agroecologia do Vale do São Francisco, no Campus III, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Juazeiro.

Com a proposta de propor soluções que contribuam para o crescimento dessa parcela do agronegócio, de forma sustentável, o encontro reúne produtores rurais, representantes de associações e cooperativas de produtos orgânicas, de Ong’s, do comércio agrícola, de indústrias de insumos orgânicos e de instituições públicas e privadas de pesquisa, ensino e extensão rural.

A agricultura vem crescendo na região nos últimos 10 anos, e os produtores, particularmente os agricultores familiares, enfrentam dificuldades que impedem o avanço da produção orgânica. “A nossa visão é de que este segmento agrícola venha a obter apoio para o seu desenvolvimento, desde o plantio das culturas até a comercialização, de forma sustentável e organizada”, comentou o gerente Fernando Antônio Moura Duarte, gerente da EBDA, em Juazeiro.


A Gerência Regional da EBDA, em Juazeiro, presta assistência técnica aos agricultores que adotaram o sistema orgânico, incentivando e orientando nas diversas fases das culturas, de forma sustentável e ecologicamente corretas.


Fonte: Marcos Vinicius Gonçalves/ Assessoria de Imprensa /EBDA/ Juazeiro

Por quê usar Marca? Confira Eu, Etiqueta. Eu Outdoor no Curta na UNEB



Por quê usar marca? O que ela representa? Como o marketing se apropria dos produtos? O que usar: original ou pirata? Compramos o produto ou a marca? Somos todos etiquetas, vitrines, outdoors. Pagamos para anunciar. A marca como forma de auto-afirmação, glamour, conforto, consumo, visibilidade e aceitação social.


Este é Eu, Etiqueta. Eu Outdoor, curta-metragem produzido por Carol Souza, Jaquelyne Almeida, Juciana Cavalcante, Mirela Costa, Luana Bernardes, Luciana Passos e Pablo Moura, estudantes de Comunicação Social da UNEB – Universidade do Estado da Bahia.


Eu Etiqueta. Eu Outdoor aborda um tema comum a jovens e adultos: o consumo de marcas. Segundo Pablo Moura, o curta-metragem parte da idéia de que quando compramos uma “roupa de marca”, estamos, na verdade, pagando pra fazer uma propaganda da marca. “Muitos são escravos da moda, porque aparentemente isto lhe traz um status. É necessário repensar e enxergar até onde somos os senhores de nossas vidas”, afirma.


Com uma linguagem objetiva e simples, capaz de envolver a adolescentes, jovens e adultos, o vídeo tem como base o poema Eu Etiqueta, de Carlos Drumond de Andrade, que influenciou para escolha das imagens e da trilha sonora.


Os estudantes produziram o vídeo com a captação de imagens, roteiro, trilha sonora. Pela primeira vez, eles tiveram a oportunidade de criar, produzir, experimentar e realizar um curta-metragem. A edição foi feita por Jorge Evilásio com a participação dos estudantes. “Sem dúvida o processo mais trabalhoso e, paradoxalmente, mais gratificante foi a edição. Entre o que se pensa e o que de fato se concretiza, percorre-se longos caminhos. O vídeo de fato acontece na edição. E esse foi um dos grandes aprendizados”, destaca Pablo Moura.


Eu Etiqueta. Eu Outdoor tem a a participação de consumidores de marcas, do psicólogo Darlindo Ferreira, da publicitária Ivonete Almeida, de vendedores de loja e camelôs.


O curta-metragem é resultado da disciplina Laboratório de Vídeo-Arte, ministrada pela professora Fabíola Moura e será exibido amanhã (30/05), às 18h, na programação Curta na UNEB, que acontece até domingo no Departamento de Ciências Humanas da UNEB, em Juazeiro.


Vale a pena conferir


Por Thiago Gonçalves
Da Redação MultiCiência


Mais informações
Pablo Moura
E-mail: pabllovasconcelos@hotmail.com

Produção Independente apresenta CRISE no Curta na UNEB




CRISE. Com esta temática provocativa, este vídeo-experimental, ambientada na região, retoma a herança do passado extrativista para se (re) encontrar com o presente consumista. Haveria pontos entre eles?


Esta é a temática da produção independente CRISE, produzida por Cecílio Bastos, Patrícia Teles e Leônidas Vidal, que será exibido no Curta na UNEB – III Mostra de Vídeo-Documentário do DCH III/UNEB.


O vídeo-experimental é ambientando no cenário decadente e apocalíptico, no qual “desenvolve-se o humano borrão, com coreografias que se constroem como fenômenos imaginéticos. Acidentes, falhas e descontinuidades num limite entre realismo cotidiano e surrealismo”, informa os produtores.


O vídeo ocupa um estágio de alternância, no qual uma vez transcorrido, diferencia-se do que costumava ser.


Para quem quiser aproveitar um pouco mais de CRISE, venha conferir a exibição do vídeo-experimental, que será exibido no Canto de Tudo, a partir das 18h.

Do Blog MUITO OCO para MultiCiência
Fonte: http://www.muitooco.blogspot.com/

Informação:
Leônidas Vidal
87 88083335

Sobre Vivência no Curta na Uneb

Foto: Eudes Sampaio, produtor do Sobre Vivência


“É um filme em que o espectador pode chorar e ao mesmo tempo refletir sobre a história de vida de pessoas. De indivíduos que você não precisa ter medo ou nojo, porque são seres semi-humanos, mas pessoas que tentam se manter vivos em uma subumana realidade”.
Com esta afirmação, estudantes do curso de Comunicaçã Social: Jornalismo em Multimeios convidam para assistir ao video Sobre Vivência O video-documentario será exibido na III Mostra de Vídeo-documentário – Curta na UNEB, que acontece de hoje até domingo (o1/06).

Sobre Vivência foi elaborado a partir de uma pesquisa sobre as condições de vida de uma comunidade de trabalhadores, em Juazeiro, da Bahia; e tenta estabelecer a relação entre o homem e seu trabalho, a satisfação e expectativas de melhoria de vida intrínsecas a todos nós.

Com uma visão descomprometida do sistema, combinam imagens e depoimentos impressionantes, e, ao mostrar a rotina desse ambiente, descrevem as curiosidades do dia-a-dia, a simplicidade de pessoas que são símbolos da tragédia social.


Inspirados nos criadores do concretismo, a produção procura uma nova alternativa e defende o experimentalismo poético, planificado e racionalizado. Com uma linguagem dinâmica, brinca como o espaço gráfico.


Exemplo dessa proposta pode ser encontrado no formato wide-screen. “Utilizamos a metade da tela, exatamente para dar a impressão de ocultamento, tanto que boa parte da imagem está na cor preta, restando apenas um quadrado para a inclusão do personagem” constata Paloma Ferreira.



O processo, de experimentação de novas linguagens, é evidenciado no próprio título do curta – Sobre Vivência, um diálogo com o concreto, na valorização da palavra solta (som, forma visual, carga semântica) que se fragmenta e recompõe logo na abertura do vídeo. Uma trajetória que se traduz também na trilha sonora. São músicas de impacto, como a Politik de Coldplay; Stream of Consciousness e Octavarium de Dream-Theater.



Os produtores esclarecem que se trata de um curta-metragem inteligente, com um enfoque diferenciado do tema, que foge ao caráter de reportagem sensacionalista e busca abordar o lado social. O documentário foi realizado pelos estudantes de Comunicação, Daianne Maiara, Eudes Sampaio, João Barbosa, Paloma Ferreira, Roberto Martinho e Welington Junior.

O vídeo será exibido na próxima sexta-feira, às 18horas no DCH III/UNEB.


Por Katia Brito
Da Redação MultiCiência


Informações:

Roberto Martinho Campus - - forumbrasil@gmail.com
Paloma Ferreira - sowhatabt@gmail.com
Eudes Sampaio - (74) 99663710 - eudes_inkurt@yahoo.com.br
João Barbosa - (87) 88047156 - joaojuazeiro1@hotmail.com
Welington Junior - (- jr.welington@yahoo.com
Daiane Maiara

É dia de Feira, dia de Sábado-Feira no Curta na UNEB


“Sábado-Feira” é um dos quatro documentários que será exibido pelo “Curta na Uneb” - III Mostra de Vídeo-documentário, que começa hoje e vai até o domingo (01/06), no Departamento de Ciências Humanas (DCH III), da UNEB.


Ao falar sobre a produção do documentário, a estudante e uma das produtoras do vídeo, Dalila Santos, declara a escolha da temática feira-livre, que surgiu da necessidade de mostrar um lugar comum à população de Juazeiro e Petrolina, já que a feira faz parte da vida das pessoas, desde a criança ao adulto.

Ao evidenciar a comunicação popular que ocorre nesses espaços sociais e com todos os freqüentadores, como os próprios feirantes, o vídeo-experimental destaca as peculiaridades e as diversidades existentes.

Dalila afirmou que, ao término das filmagens, a equipe se realizou com os resultados. “Após concluirmos o trabalho, constatamos que é possível fazer uma produção de qualidade, mesmo com as dificuldades que enfrentamos ao longo do caminho. Acho que o lema do cinema novo ‘uma idéia na cabeça e uma câmera na mão’, resume as ferramentas necessárias para uma boa produção”, defende.

O vídeo retrata o dia-a-dia das feiras livres, mostra todos os momentos e sempre com o foco nos atos de comunicação relacionados ao ambiente, inclusive enfatiza o som característico desses lugares, o que contribuiu para dar autenticidade às filmagens.

Produzido por alunos do curso de jornalismo, o Curta na UNEB é promovido com o intuito de mostrar as produções dos alunos, dar visibilidade ao curso de Comunicação Social na região, além de oferecer oportunidade para todos aqueles que se interessem pela produção audiovisual.


O documentário “Sábado-feira” é exibido na sexta-feira no Canto de Tudo, do DCH IIII-UNEB, a partir das 18 h. As atividades da III Mostra de Vídeo-documentário acontecem a partir de hoje e são abertas ao público.

Por Natália Aguiar
Da Redação MultiCiência

1968: é preciso criar novas formas de reivindicação

Para Elizabeth Moreira falar de 1968 é discutir o papel do sujeito na sociedade

Na última segunda-feira, o Canto de Tudo foi palco de discussões sobre os 40 anos do Maio de 1968. O evento começou com a apresentação de vídeos de curta duração de Janis Joplin, Gilberto Gil, sobre as manifestações em Paris e um clip da música Roda Viva, cantada por Fernanda Porto e Chico Buarque, que foi censurada no ano de 68.

Em seguida, numa mise in cene tropicalista, os convidados se serviam de um banquete de frutas, sentados à mesa, estudantes de Comunicação encenaram uma apresentação com faixas e cartazes, ao som da música Tropicália, de Caetano Veloso.

Um documentário da TV Câmara com depoimentos sobre a censura à imprensa e às artes foi exibido para instigar a discussão e mostrar o contexto social, político e econômico, cultural da década de 1960. Logo após, teve início o debate com a participação de Elizabeth Moreira, ex-professora da UNEB, que em 68 era estudante da USP, e Pinzoh, já era hippie, pois “andava nu, urinava em qualquer lugar”, como ele mesmo afirmou, afinal tinha um ano de idade.

Segundo a professora Elizabeth Moreira, é importante sempre debater o ano de 1968 no sentido de discutir o papel do sujeito na sociedade. Porém, alerta que “não se pode tentar copiá-lo, mas criar novas formas de atuação e reivindicação”.

Após o debate, houve apresentações musicais com Luiz Eduardo, estudante de Direito da UNEB, e Pinzoh.

Uma Exposição de fotografias, com reportagens de jornais e discos da Tropicália e MPB, compõe o evento 40 anos do Maio de 68. O material está exposto no DCH e fica até o dia 7 de junho.


Por Paulo Victor

da Redação MultiCiência


Rótulo. Quem precisa de Rótulo? Confira no Curta na UNEB

“Rótulo”. Este é um dos curtas-metragens que serão exibidos na programação do Curta na UNEB – III Mostra de Vídeo-Documentário, do Departamento de Ciências Humanas, da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, em Juazeiro, que acontece a partir de amanhã (28/05) até o domingo (1/06). A exibição dos vídeo-documentários como Rótulo acontece próxima sexta-feira, às 20h.

O curta foi idealizado pelos estudantes de Comunicação Social Jornalismo em Multimeios, Erica Daiane, Giza Ramos, Elka Kelly, Alaíde Régia, Danilo Ribeiro, Fernanda Mendes e Rebeca Ott, com a assistência da professora Fabíola Moura, que ministra a disciplina Laboratório de Vídeo-Arte.

O vídeo reflete sobre um procedimento corriqueiro e que, muitas vezes, passa despercebido: a “rotulagem”, hábito de definir e classificar os outros por sua maneira de vestir, de falar, andar, entre tantos outros critérios.

Segundo uma das idealizadoras do curta, Érica Daiane “Rotulo” não traz juízo de valor, mas sugere reflexões sobre esse aspecto do comportamento humano que incomoda a tantas pessoas, na sua maioria colocadas nessas situação.

Com uma linguagem simples e descontraída, traz depoimentos e palavras inesperadas de entrevistados, e entrevistados psicólogos e especialistas. Para quem se interessa e gosta de saber sobre a psique humana, essa é uma boa oportunidade.


Sobre o Curta na UNEB

A 3ª mostra de Vídeo-documentário - Curta na UNEB tem a participação dos professores Manoel Neto e Roberto Dantas, da Universidade do Estado da Bahia, que vão exibir suas produções cinematográficas e compartilhar suas experiências.

O cineasta baiano Roque Araújo vai ministrar a oficina de Introdução ao Cinema, nos dias 31 de maio e 1o de junho, no auditório do Campus III.


Durante a programação, haverá exibição dos vídeos nacionais e os curtas elaborados pelos alunos de jornalismo da Uneb, com as temáticas Rótulos, Eu Etiqueta e Eu Outdoor, Lixão de Juazeiro e Feira Livre. As atividades culturais são abertas ao público.



Por Ramon Pimentel

Redação MultiCiencia




Produtores do Rótulo: Erica Daiane mailto:Eerica_Daiane@hotmail.com / Giza Ramos /Elka Kelly/ Alaide Régia / Danilo Ribeiro / Fernanda Mendes / Rebeca Ott.

Dica de Leitura: Liberdade de Imprensa ou de Expressão? Eis a questão.

Polêmica. Ao longo dos últimos 40 anos, esta palavra tem caracterizado a Lei de Imprensa, que regula a liberdade de rnanifestação do pensamento e de informação. Aprovada em 9 de fevereiro de 1967, durante o Regime Militar, a Lei colaborou para impor a censura prévia com agentes presentes em todas as redações, emissoras de rádio e televisão.

Um dos principais dispositivos da Lei se refere à punição de jornalistas e veículos de imprensa, que cometam injúrias, difamação e calúnia, com indenizações em até 10% do faturamento anual , ou com o enquadramento no Código Penal, com a execução da prisão.

No início desse ano, o deputado federal Miro Teixeira defendeu a suspensão total da Lei de Imprensa, com a justificativa de que ela deve centrar-se no direito de resposta e na responsabilidade civil dos meios de comunicação por danos decorrentes da violação à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem das pessoas.

Mas esse não é uma questão que só veio à tona neste momento. Em 1996, já se falava em um Projeto de Lei que vetasse as arbitrariedades da Lei, principalmente sobre o que diz respeito à pena de prisão para jornalistas. O assunto foi matéria de capa da Revista de Comunicação desse mesmo ano, com o título “Liberdade Ameaçada”, e levantou questionamentos como: os jornalistas devem ter tratamento diferenciado perante a lei? O jornalismo brasileiro é democrático? Quais os limites das liberdade de imprensa?

A revista abordou o não cumprimento do Código de Ética do Jornalismo e da Radiodifusão pelos veículos de comunicação, devido à linha editorial de alguns jornais, que não obdecem a principios de ética e transparência, e a exibição de determinados tipos de programas em horários impróprios. Assim, a revista mostrou como a imprensa também comete erros e fica impune: “a justiça fecha os olhos porque não quer briga com a imprensa que ainda é o quarto poder”.

A liberdade de expressão e a lei de imprensa foram considerados pela Pro News, Revista de Comunicação Nordeste, uma “faca de dois gumes”. Na edição de 15 de junho/julho de 2004, enfatizou a ética no jornalismo como um assunto de extrema importância para todos os aspirantes à profissão. Profissionais e instituições da área discutiram a respeito dos significados de usufruir da livre expressão, muitas vezes confundida com o “falar o que se quer sem medir as consequências”. Mas a Revista considera que o maior controle legal pode significar apenas ameaça à liberdade de expressão.

Essa liberdade é tão importante quanto o respeito ao Código de Ética, valioso instrumento de democracia. Por isso, é necessário que os jornalistas se comprometam com a veracidade dos fatos e pluralidade das fontes

Mas tem crescido nos últimos três anos, o que a Associação Nacional de Jornalistas (ANJ) chama de “Indústria do dano moral”. A revista Imprensa de maio de 2005 saiu em defesa dos jornalistas e dos jornais que sofrem processos, os quais estariam sendo intimidados. Especialistas levantaram a questão de que o tratamento concedido ao jornalista e ao não-jornalista deve ser o mesmo, uma vez que todos são iguais perante a lei.

Entre a liberdade de expressão e ao maior controle dos meios de comunicação ainda não se chegou a um consenso. Aos jornalistas, é dado o papel de apurar os fatos e informar a sociedade. Mas aí se coloca uma problemática muito presente no cotidiano dos jornalistas: o que se deve informar e como isso deve ser feito.

Uma outra questão é debatida no que diz respeito ao direito que as pessoas têm de serem informadas. Elas devem ser privadas de uma informação? Em contrapartida, qual o direito que temos a nos expressar ? O que é permitido falar?

São estes paradoxos que uma Lei de Imprensa no Brasil precisa estar atento. Permitir toda a liberdade de expressão ou limitá-la? Eis a questão, leitor.


Ficou Curioso acerca do tema? Procure a Hemeroteca do DCH III, e confira as matérias:

Revista de Comunicação: Ano 12; Nº 44; Maio de 1996
Pro News. Revista de Comunicação NE: Ano 5; 15 Junho/Julho 2004
Revista Imprensa: Ano 18; Nº 201; Maio 2005


Já a Lei, clique no link:

http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/Leis/L5250.htm

Fontes: Jornal o Estadão; Revista Consultor Jurídico; Revista de Comunicação; Pro News: Revista de Comunicação NE e Revista Imprensa
por Natália Aguiar

Até quando?




O último levantamento do Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (EPCOM) revelou que 271 políticos no exercício de cargos públicos são concessionários de radiodifusão, o que é proibido pela Constituição.

Eles pertencem aos seguintes partidos: DEM, 58; PMDB, 48; PSDB, 43; PP, 23; PTB, 16; PSB, 16; PPS 14; PDT, 13; PL, 12; PT, 10.

Os demais não tiveram os partidos identificados, mas são prefeitos, deputados e senadores.


Mais informações, confira no link:
http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&cont_key=236850

por Cecílio Ricardo .

UNEB promove debate: 40 anos do Maio de 68

Manifestação estudantil nas ruas do Rio de Janeiro em 1968.




Qual a herança de Maio de 68? Quarenta anos depois, volta a ser discutido o mês em que os jovens de todas as partes do mundo revolucionaram os diversos aspectos da vida social: educação, comportamento, artes e sexualidade.

Este tema será discutido na próxima segunda-feira (26), na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Campus III, Juazeiro, a partir das 17h, com exibição de filme, apresentação teatral, debate e música.

Serão exibidos vídeos e músicas de momentos marcantes da década de 1960. Janis Joplin, Jimi Hendrix, barricadas na França, Jovem Guarda, Woodstock, Tropicalismo, alternativa Hippie e outros movimentos que surgiram nessa década serão apresentados para o público.

Em seguida, será exibido um filme sobre os anseios revolucionários da juventude de 1968. Para compor o debate sobre os 40 anos do Maio de 68, haverá uma mesa com os professores Josemar Martins (Pinzoh), da UNEB, e Elizabeth Moreira, do CEFET.

Após o debate, haverá apresentações musicais, com interpretações de músicas de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Zé, Mutantes, Nara Leão, Gal Costa, entre outros. Durante a semana, acontecerá também uma Exposição de Fotografias do ano que não terminou, como define o escritor e jornalista Zuenir Ventura.

Audimara Lima, estudante de Comunicação Social da UNEB e uma das organizadoras do evento, afirma que 1968 é tido como um ano positivo por muitos que fizeram parte daquelas manifestações, pela contestação e inquietude dos jovens. “Entretanto, muitos acreditam que o 68 deve ser esquecido e que tudo não passou de revolução vazia. Com essas duas visões distintas percebemos "que o ano que não acabou" deve sim ser discutido ainda hoje”, ressalta.

Já para Érica Daiane, também organizadora do evento, a discussão sobre 1968 quarenta anos depois significa não deixar morrer o espírito revolucionário da juventude. As artes, o movimento estudantil, de mulheres, negros, ambiental, todos esses movimentos influenciaram a juventude atual, mesmo com outras formas de reivindicação. “O importante é que o nosso desejo é o mesmo da juventude daquele ano: o de transformação radical da sociedade”, afirma.

O evento 40 anos do Maio de 68 é aberto ao público e a Exposição Fotográfica permanece até o dia 30 de maio, no Departamento de Ciências Humanas, da UNEB.


Informações:
Érica Daiane (74) 9979 0337
Audimara Lima (71) 8858 7029

Por Paulo Victor
MultiCiência

Uma Revista de Expressão

O artista plástico e Prof. José Renner


Visibilidade, autenticidade, circulação de idéias, projetos, poesias, pesquisas, eventos, revelação do sentir e do pensar dos vários segmentos que compõem a comunidade acadêmica. É o que se destina a Revista Expressão, publicação existente há 11 anos no Departamento de Ciências Humanas, campus III, da UNEB, em Juazeiro. A última edição da revista será lançada no próximo semestre, depois de um período no prelo na Gráfica da UNEB, em Salvador.


O periódico surgiu da intenção dos docentes e funcionários do DCH III em criar um veículo que construísse uma nova visão acadêmica, afirma professor José Renner. Em 1997, a revista tinha um formato de boletim composto por duas folhas e quatro páginas. Produzido no laboratório de informática da instituição, a primeira edição contou com a contribuição do professor José Renner, de funcionárias como Waltenice de Sena, professores e estudantes, como Wilson Rego, que sugeriu o nome “Expressão”, após a realização de um concurso, com a participação da comunidade e de discentes.


Ao longo dos anos, a revista sofreu modificações no seu formato, passando de três páginas e uma folha solta no meio, para quatro, até atingir seis. Também passou a apresentar cores na capa e na contracapa. Devido às dificuldades posteriores, foi publicada uma edição especial em novembro de 2001, de dois números, com oito a dez páginas, formato atual da edição.


Com o crescimento do boletim, a comunidade acadêmica pensou em torná-lo uma revista científica. Nesse momento, nascia uma comissão para discutir o tema, formada por Lúcia Marise, Gorreti Souza, Odomaria Macedo, Renner e Eldonice Barros. Mas, a idéia não se concretizou.


A atual edição de número 23 a ser lançada contou com a participação de discentes de graduação, Pós-Graduação e egressos; docentes e funcionários administrativos. Os colaboradores foram Carlos Laerte, com a fotografia da capa e da matéria central; Flávio Ciro e Dío Fonseca. Já nas edições anteriores, contribuíram o ex-diretor Josenilton Vieira, os professores Giovanna De Marco, Maria Rita do Amaral, Pinzoh , Flávio Soares, Tadeu Gomes e Emanuel Freire; e estudantes como Suelen Lacerda, Inna Silva , Tânia da Silva, Osvaldo da Silva, Helen Barbosa, Verusa Pinho, Germano Xavier e Érica Daianne.



Ao todo, em 11 anos de existência, as 23 edições contaram com o auxílio de um conselho editorial, cuja linha tinha base na produção cultural e artística, visando à profundidade estética, através de imagens, reportagens e artigos científicos densos, que promovesse debates e questionamentos.


A capa, ao longo dos anos, estava sempre relacionada à entrevista ou a matéria central, com o intuito de dar visibilidade à cultura local. Na edição 23, além das seções consagradas, surgem mais duas: Perfil, que destaca personalidades regionais, como a história da artista popular Ana das Carrancas; e Moda & Comunicação, que aborda temas relacionados à moda e ao comportamento.


O projeto de extensão responsável pela publicação da revista foi finalizado ano passado, devido à falta de investimento para as publicações posteriores. A última edição da revista é considerada pelo professor Renner como uma vitória de todos os que lutaram pela utopia realizável. “A revista é a expressão da vontade contra os coelhinhos nervosos que correm para manter o relógio da rainha louca, que está querendo cortar a cabeça de todos se não baixar, a pseudodemocracia”, afirma Renner.


Devido a sua importância para o Campus do DCH III, haverá o lançamento este ano – ainda sem data prevista – da última publicação da Revista Expressão. A edição atual contempla a produção realizada no ano de 2005, devido a impedimentos relacionados à política de publicação e de editoração da UNEB, que não existe de modo efetivo; dificuldades técnicas como a inexistência de uma boa máquina fotográfica, um bom número de páginas, de recursos financeiros para impressão do fotolito, conforme declara o coordenador e editor Renner.


Por Kátia Brito
Da Redação MultiCiência

Agricultores familiares poderão adquirir caprinos e ovinos em leilão público















Caprino da Raça Kalahari


A Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) realiza leilão público de caprinos e ovinos para abate e recria na próxima sexta-feira a partir das 10 horas, na Estação Experimental de Caraíba, no distrito de Pilar, município de Jaguarari.


Serão comercializados 447 animais de diversas raças, dividido em lotes de 10 animais, sendo 231 caprinos e 44 ovinos destinados ao abate e 120 ovinos e 52 caprinos em condições ideais para a recria. Os lotes são compostos pelas espécies caprinas Anglonubiana, Mambrina, Repartida e Boer e as ovinas Dorper, Rabo Largo, Santa Inês e Morada Nova, da variedade vermelha.


O leilão atende a finalidades da empresa de, periodicamente, ofertar animais de boa qualidade, a baixo custo, principalmente para os agricultores familiares.


“Esta é uma oportunidade para se obter animais de alto padrão racial, que irá oportunizar aos criadores e produtores rurais da região, o melhoramento genético dos seus rebanhos e com isso qualificar a sua produção”, destacou o médico veterinário da EBDA, Pedro Alves, Chefe da Estação Experimental de Caraíba.


Os animais selecionados pela EBDA estão na Estação Experimental de Caraíba, onde podem ser vistoriados pelos interessados e serão comercializados na modalidade Leilão Público, podendo ser adquiridos por diversas formas de pagamento.


Mais informações:

EBDA – Gerência Regional de Juazeiro: (074) 3611-7966.
EBDA – estação Experimental de Caraíba: (074) 3532-1157.


Fonte:
Por Marcos Vinicius Gonçalves Santana
Núcleo Regional de Comunicação – Gerência Regional de Juazeiro

Estréia de "Tempo e Tensão: seco e verde"

A tensão entre o excesso e a escassez de água e as mudanças implícitas e explicitas neste conflito constroem o ambiente do documentário “Tempo em Tensão: seco e verde”, produzido pela professora Giovanna De Marco, em parceria com o Departamento de Ciências Humanas, campus III, da Universidade do Estado da Bahia. O filme é resultado do projeto de pesquisa “Água e Processos Subjetivos: Documentário” lançado, oficialmente, nesta quinta-feira (15/05), às 19 horas, no Canto de Tudo, DCH III.



A idéia de documentar a subjetivação presente nos territórios existenciais das comunidades rurais de Massaroca, no distrito de Juazeiro-Ba, surgiu como um problema de pesquisa no período em que a professora desenvolvia a sua tese de doutorado “Água e Processos Subjetivos”, na Pontifícia Universidade Católica (PUC – São Paulo). A pesquisadora sentiu a necessidade de trazer as tensões encontradas na sua pesquisa para a linguagem audiovisual, considerando que seria mais eficaz para trazer as questões
suscitadas no trabalho escrito. O audiovisual não complementa a tese, mas aponta um novo modo de fazer pesquisa, expõe o problema sob uma outra perspectiva, esclarece Giovanna.


A intenção da pesquisadora não era trabalhar com a linearidade, mas deixar surgir, através das imagens, a polarização que se estabelece entre o excesso e escassez de água, entre as estações, as questões que intervêm na vida das pessoas e no modo como elas se organizam em comunidade. Isto porque há uma concepção que identifica o “atraso” da região como resultado da falta de água. Segundo a professora Giovanna, as coisas não acontecem dessa forma. Para ela, os problemas das comunidades têm origem na tensão das duas estações, das mudanças em curso e na maneira como as comunidades se comportam em torno disto, e não pela escassez de água. O documentário torna ainda visível as mudanças causadas por um processo de “desenvolvimento”, advindo dos projetos de perímetros irrigados na região.


Devido à falta de recursos, a produção do documentário, que seria um produto paralelo à escrita da tese, foi adiada. De volta à UNEB, no ano de 2003, a professora recebeu o apoio de Josenilton Nunes Vieira, então diretor do Departamento de Ciências Humanas III. Á época, o DCH III ensaiava os seus primeiros passos na pesquisa acadêmica. Contudo, o alto custo do projeto dificultou a busca por financiamento.


A alternativa criada para resolver esse problema foi a implantação de um Laboratório de Audiovisual, no DCH III, em virtude da chegada do curso de Comunicação Social. O local seria um espaço onde se produziria o documentário, bem como um lugar destinado ao desenvolvimento de outros projetos de pesquisa, ensino e extensão oriundos tanto do curso de Comunicação Social como de Pedagogia.


Para realizar o documentário, a pesquisadora enfrentou muitos desafios relacionados ao próprio processo de documentar audiovisualmente essas tensões. Primeiro, a produção do documentário evocou a necessidade de uma nova pesquisa porque a anterior já não dava conta desta outra linguagem, o audiovisual.


Para dar continuidade ao projeto, novos membros aderiram à pesquisa, entre eles, as estudantes Ana Lorena Oliveira, aluna do curso de Pedagogia e bolsista de iniciação científica, e Cíntia Sacramento, aluna de Comunicação Social, além de Francisco de Assis da Silva, Moésio Allan Belfort, Eric Fabiano Alves de Oliveira, ex-alunos da universidade, Chico Egídio, fotógrafo, e Alírio Amorim Nunes, funcionário do departamento.


Todos se especializaram no sentido em que o documentário propunha uma nova perspectiva sobre o modo de desenvolver uma pesquisa acadêmica. “Foi exigida uma pesquisa bibliográfica e o desenvolvimento de ferramentas técnicas e estéticas”, afirma a professora. Foram necessárias muitas definições e redefinições, afinal, não era preciso saber apenas usar o audiovisual como ferramenta, mas fazer uma articulação da pesquisa com esta linguagem.



Com uma equipe formada, surgiram outros problemas de ordem teórica e técnica. A dificuldade se apresentava como traduzir as tensões em variações e gradações numa linguagem audiovisual sem confinar os modos de existência em um ou outro pólo de tensão. Posteriormente, foram enfrentadas limitações técnicas. Primeiro, no transporte pelas comunidades e no processo de filmagem, depois durante a seleção das imagens e edição do material capturado.



No período de captação das imagens na estação verde, realizado nos meses de abril à maio de 2005, a equipe firmou uma parceria com o Ibama, a fim de viabilizar o acesso às comunidades, ainda alagadas por causa das chuvas. Já na estação seca, em outubro de 2005, as imagens foram capturadas por Alírio e uma pequena parte, pelas estudantes, utilizando o transporte do departamento e, muitas vezes, o carro da própria professora.


Depois de mais de quarenta horas de gravação, era necessário iniciar o momento da decupagem e edição. “Foi preciso criar condições para trabalhar. A ilha de edição não tinha capacidade para armazenar o material filmado e fazer a decupagem”, relembra Giovanna. A equipe precisou pensar em medidas alternativas como critérios para seleção das imagens e organização do material. Cada um foi para a sua casa e deu início a um longo processo de triagem, difícil em virtude da qualidade do conteúdo filmado. “Tínhamos muitos problemas com tomadas e enquadramentos, fomos eliminando o material com a estética prejudicada. Mas não podíamos desprezar tudo, pois o material era muito importante para a pesquisa”, conclui a professora.



Após muitos desafios e aprendizagens, o documentário com 93 minutos de exibição, o documentário está disponível para ser apreciado por pesquisadores, acadêmicos e a comunidade local, em especial, aos moradores das nove comunidades pesquisadas, que não são apenas personagens, mas co-autores do projeto.


Para saudar um compromisso estabelecido com as comunidades, o filme foi exibido pela primeira vez na Escola Rural de Massaroca, no dia 8 de maio, na comunidade de Lagoinha, município de Juazeiro – Bahia. Além desta comunidade, Curral Novo, Lagoa do Meio, Cachoeirinha, Caldeirão do Tibério, Cipó, Lagoa do Angico, Juá e Canoa, também acolheram o projeto e serviram de cenário para a captação das imagens.



De acordo com a professora, o documentário é um instrumento para dar visibilidade e dizibilidade aos problemas da região, sem trazer a verdade absoluta, mas uma verdade dentre várias, na qual as personagens se problematizam. “É um modo de mostrar como essas comunidades organizam sua existência ao longo do ano, não apenas nos momentos de maior tensão trazidos pela seca prolongada ou pelo excesso de chuvas. Mostrar uma outra realidade também para especialistas e políticos que desconhecem tais modos de existência e faze-los ver para além dos estereótipos que aparecem nos meios de comunicação”., afirma Giovanna.


Informações: Giovanna De Marco

74 3611-5617


Por Eneida Trindade
Colaboradora do MultiCiência

50 anos de noticias em Juazeiro e Região

Extra, extra, venha conhecer o que foi notícia em Juazeiro nos últimos 50 anos. Este é o convite da Exposição Imprensa (In) forma, que acontece até o dia 31 de maio na Biblioteca do Campus III, da Universidade do Estado da Bahia, em Juazeiro.

A exposição faz parte do acervo do projeto de pesquisa e extensão O Arquivo de Maria Franca Pires: Memória e História Cultural em Pesquisa na região de Juazeiro-BA, coordenado pela professora Odomaria Bandeira Macedo, no Departamento de Ciências Humanas (DCH). São jornais, revistas e programas radiofônicos que circularam em Juazeiro entre 1939 e 1988 e foram guardados por Maria.

Maria Franca Pires nasceu em Remanso (BA) e desempenhou um papel relevante na cena cultural e educacional de Juazeiro. Professora durante 40 anos e pesquisadora intuitiva, reuniu um variado acervo da região, registrando a “história que vive na cabeça do povo”, como dizia. Maria Pires publicou os livros Histórias e Lendas do São Francisco, Você Tem medo de Assombração? e Juazeiro - BA.

Coordenada pela professora Odomaria Bandeira Macedo, a exposição é ambientada em cinco seções: Matérias de capa; Recortes de Maria; A região em Grandes Reportagens; (Re)vistas no Tempo; e Deu no Rádio: Escute! Títulos, formatos e estilos de jornais expressam a variedade do acervo e retratam parte da história da imprensa de Juazeiro.

A estudante e membro da equipe de pesquisa, Juliana Pires, considera que o trabalho é importante para a constituição de uma história da imprensa em Juazeiro e que a Exposição traz como mensagem “a importância de se guardar, preservar os jornais e revistas enquanto fontes históricas”, ressalta.

Na seção Matérias de Capa, podem ser encontrados exemplares dos jornais A Tarde, O Arauto e O Berro D’Água, imprensa alternativa produzida por jovens intelectuais de Juazeiro na década de 1980. Já na seção Recortes de Maria, o público poderá conferir momentos em que a própria professora foi notícia nos meios de comunicação de massa.

O retorno do Vapor Benjamin Guimarães e o seqüestro do bispo Dom José Avelar, entre outros fatos históricos de Juazeiro, ganham expressão na seção A Região em Grandes Reportagens. Na seção (Re)vistas no Tempo, as temáticas Educação, Turismo, Cultura, Arte e Política e outros assuntos podem ser encontrados nas revistas Veja, Manchete, Realidade e Fatos do Vale.

O espaço mais interativo da Exposição é a seção Deu no Rádio: Escute!, onde os presentes poderão ouvir trechos de programas radiofônicos produzidos na década de 1980 e veiculados na Rádio Juazeiro e na Emissora Rural.


O Arquivo de Maria Franca Pires: Memória e História Cultural em Pesquisa na região de Juazeiro-BA é desenvolvido no DCH III desde 2006 e vem documentando a historia cultural da cidade por meio do acervo da professora. Os pesquisadores já realizaram duas exposições com materiais do acervo. A primeira se referia a fotografias encontradas no arquivo. A segunda, realizada ano passado, trouxe ao público um conjunto de imagens como anúncios de teatro, shows de dança, carnaval, cartazes políticos, seminários e cursos, flâmulas, folders, sacos de embrulho, entre outros, que contavam a história da publicidade na região.

Os interessados em conhecer um pouco da história da imprensa podem visitar a Biblioteca do Campus III da UNEB, no horário das 8h às 21 horas.

Informações:
DCH III UNEB – (74) 3611-5617

Por Paulo Victor
MultiCiência

Noite Negra procura refletir a situação do negro e as contradições da data do 13 de maio

Refletir sobre a história e a cultura afro–brasileira por meio de palestras e atrações artísticas. Este é o objetivo da I Noite Negra, que se propõe a debater o 13 de maio – promulgação da Lei Áurea - e o 20 de novembro – dia da Consciência Negra. O evento acontece amanhã (13/05), no Departamento de Ciências Humanas (DCH III), da Universidade do Estado da Bahia, a partir das 18horas.

Os organizadores do evento querem discutir junto a sociedade as reais circunstâncias, que levaram ao decreto da Lei Áurea, desmitificar a idéia que a libertação dos negros se deveu ao beneplácito da nobreza, excluindo a participação dos quilombolas e do contexto socioeconômico da época. Como também destacar a resistência dos africanos a escravatura, fato lembrado no dia 20 de novembro.

Segundo Maria Beatriz, coordenadora do evento, o nome Noite Negra surgiu para contrapor o uso negativo que comumente é dado a essa e há outras expressões similares, que são relacionadas a problemas e períodos difíceis na vida de alguém.

A professora e pesquisadora na área, Ceres Santos, ressalta que é necessário “um novo olhar sobre o passado e o futuro acerca da situação do negro, algo que nunca tinha acontecido”.

A Noite Negra também promoverá a cultura africana, por meio de apresentações musicais, como o Samba de Veio do Rodeadouro, e outras atrações como a exibição do Vídeo: Heróis de Todo Mundo. Também estarão disponíveis stands preparados para a venda de alimentos típicos da cozinha africana e confecção de penteados em tranças.

O evento é organizado pela Coordenação do AFROUNEB Juazeiro, e conta com o apoio da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), da Diretoria Regional de Educação e Cultura -DIREC e da Secretaria de Educação e Desenvolvimento Social de Juazeiro Bahia - SEDS.
Mais informações:
Beatriz Braga/Paulo Soares 74 36115617

Por Ramon Pimentel

Vale do São Francisco em imagens

A beleza natural da caatinga, da fauna e flora do Vale do São Francisco, a diversidade, os monumentos históricos, o transporte fluvial e a forma de vida dos ribeirinhos são retratados em 130 flashs. As imagens fazem parte do livro “Vale do São Francisco, imagens e histórias”, de autoria de Marcos Carvalho, que será lançado hoje (10/05), na Papelaria Oficcium, no River Shopping em Petrolina às 18h.

A obra faz parte do projeto “Cinema no Interior” e tem como meta documentar e exibir as diversas potencialidades naturais, culturais e históricas das principais regiões do Brasil. O projeto visa também divulgar curiosidades e informações pouco exploradas a respeito dos cenários naturais do país e do cotidiano da população.

O projeto iniciou há quatro anos com a realização de pesquisas e visitas na região do Rio São Francisco. O bioma da caatinga e as fontes de vida às margens do rio São Francisco chamaram a atenção do fotográfo Marcos Carvalho.

O fotógrafo se surpreendeu com a diversidade das espécies de plantas e dos animais silvestres da região. Ele esclarece que, no Vale São Franciscano, encontram-se as duas das 10 maiores cavernas do Hemisfério Sul. Segundo o diretor do projeto, a maior gruta do Brasil possui mais de 11 mil metros e se encontra perto do Salitre. “São lugares belíssimos, ricos, pouco visitados e extremamente atrativos com espécies nativas que estão em extinção como ararinha azul, o pica-pau, a onça suçuarana entre outras”, ressalta.

Os textos do livro tiveram a participação de escritores de Juazeiro como Inah Tôrres, Hélio Silva, Josenilton Rodrigues, Euvaldo Aragão, entre outros. A obra foi produzida em três idiomas: português, espanhol e inglês.

Além do Vale do São Francisco, Marcos Carvalho já esteve em Foz do Iguaçu, Pantanal, Rio Grande do Sul e em alguns litorais baianos. Vale a pena conferir!


Por Ana Carla Lima

Curta na UNEB: um evento para todas as tribos




Criatividade, entretenimento, cultura, imagens, som, luz, câmera, ação. Tudo isso, você vai encontrar na 3ª mostra de Vídeo-documentário - Curta na UNEB, que acontece entre os dias 28 de maio e primeiro de junho, no Departamento de Ciências Humanas, às 18 horas no Canto de Tudo, do Campus III, em Juazeiro.

O evento conta com a participação dos professores Manoel Neto e Roberto Dantas, da Universidade do Estado da Bahia, que vão exibir suas produções cinematográficas e compartilhar suas experiências. O cineasta baiano Roque Araújo vai ministrar a oficina de Introdução ao Cinema, nos dias 31 de maio e 1o de junho, no auditório do Campus III.

O Curta na UNEB é uma iniciativa da disciplina Laboratório de Vídeo-arte, ministrada pela professora Fabíola Moura. Durante a programação, haverá exibição dos vídeos nacionais e quatro curtas elaborados pelos alunos de jornalismo da Uneb, com as temáticas Rótulos, Eu Etiqueta e Eu Outdoor, Lixão de Juazeiro e Feira Livre.

A professora ressalta que o evento abre um espaço para promover momentos de experimentação e de exercício de criatividade, entre os alunos, na produção de seus vídeos e ainda possibilitar a partilha dessas experiências com a comunidade.

Nas duas mostras anteriores, os curtas Noturno e Guerra pela Ilha do Fogo, produzidos pelos estudantes de Comunicação Social, da UNEB, receberam premiação em festivais nacionais e regionais.


As atividades culturais são abertas ao público, sendo que a oficina terá um custo de 15 reais para a comunidade. O período de inscrição vai de 19 a 30 de maio, da 14h às 20h, no protocolo do DCHIII. Serão destinadas 40 vagas aos estudantes da Universidade e 10 para a comunidade.
por Elka Macedo

Mais Informações:
Uneb/Setor de Protocolo (Dinalva) (74) 3611-5617/ 3611 6860 -das 14h as 20h
Fabíola Moura: e-mail: fmrsantos@uneb.br

Facape realiza revisão para o vestibular

A partir de segunda-feira (12) os vestibulandos poderão se inscrever gratuitamente nas aulas de revisão realizadas pela Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape). Há pouco tempo para a maratona de vestibulares do meio do ano, a revisão contempla as disciplinas que os estudantes devem dominar para aprovação nos processos seletivos.

O projeto “Sabatina” acontecerá ao longo de três sábados, previstos para os dias 17, 24 e 31. As inscrições são limitadas, sendo disponível 250 vagas. A cada sábado, duas disciplinas serão ministradas por professores convidados.

Para participar das aulas de revisão, o aluno deverá levar apenas um kg de alimento que será doado a quatro instituições da região como Rotary Lions Clube e a campanha solidária desenvolvida pelo Sistema de Comunicação Grande Rio.

No intervalo das aulas, a programação contará com exibições de vídeos musicais e exposição de stands com informações. As inscrições poderão ser feitas a partir da próxima segunda-feira (12) através do site da Facape www.facape.br

Fonte: Assessoria de Comunicação Facape

Além do Jejum... As verdades do Velho Chico



Carlos Pronzato: documentarista


No II Encontro Regional de Estudantes de Comunicação (ERECOM), foi realizado o lançamento do documentário "Além do Jejum... As verdades do Velho Chico", do cineasta e diretor Carlos Pronzato e do jornalista Stéfano Barbi Cinti. O filme exibido dentro da Mostra Livre de Artes tinha como proposta instigar e intensificar o contato dos estudantes e professores com a produção artística.


O documentário visa defender e fortalecer os movimentos populares que Dom Cáppio representa. "Um instrumento de produção de debate aberto e democrático, que permite o acesso às informações e esclarece certos pontos que o governo, às vezes, não coloca em suas propostas", afirma Pronzato.


"Além do Jejum... As verdades do Velho Chico" é um projeto construído ao longo de três meses entre captação e edição do material. As filmagens foram iniciadas em seis de dezembro, depois de dez dias da greve, até 14 de dezembro. Também foram filmados os dois últimos dias antes do término da greve.


Entre as cenas, uma que merece destaque é o pedido de perdão de Frei Dom Cáppio às pessoas, na missa que ele fez em Sobradinho. O curta-metragem também inclui imagens do filme "A greve de fome do Velho Chico", de 2005, do Rio São Francisco, do cotidiano do Frei Luiz Flavio Cápio, das romarias e missas. Há também entrevistas com vários segmentos sociais como Ministério Público e militantes dos movimentos populares organizados.

O filme traz no nome a marca do Frei Dom Cáppio, uma vez que pretende reforçar as verdades propagadas pelo religioso e incita uma discussão entre as pessoas que desconhecem o projeto da transposição. Procura também difundir a revitalização do rio e apresentar alternativas. "O governo continua com as obras, mas ainda vai ter outras movimentações por debaixo da terra", defende Pronzato, em alusão à força dos movimentos sociais.


"Além do Jejum... As verdades do Velho Chico" foi lançado em Salvador e Curitiba no Fórum Social do Mercosul, na reitoria da Universidade do Paraná.


Por Kátia Brito (texto e foto)

Dica de Leitura: Vida On-Line

www.fashionbubbles.com

Século XXI. Era de transformações, tecnologia de ponta. Vive-se um tempo moderno, onde tudo é quase digital, computadorizado e controlado. As contas bancárias podem ser acessadas e pagas pelo computador, a um clique as pessoas mudam o canal da TV, não precisam estar em casa para acessar a internet, já que existem notebooks com wireless ou até mesmo celulares mais modernos com internet, MP4 que tiram foto. A tecnologia viabiliza relacionamentos entre as pessoas, onde conhecidos e desconhecidos vivenciam paixões na rede sem (inicialmente) qualquer contato físico.

A revista ISTO È, de 14 de março de 2007, trouxe como capa a matéria sobre a grande armadilha ou até mesmo a grande felicidade de se “namorar” via internet. Para os mais intimidados, caseiros ou até mesmo arredios, ou seja, aqueles que se isolam da vida social, esta realidade surgiu como a solução para os seus problemas. Em sites de relacionamento, as pessoas se conhecem, trocam informações e confidências. Criam uma intimidade que talvez pessoalmente não seria possível, pois através do computador a timidez deixa de existir. Se algo de constrangedor acontecer, basta o usuário se desconectar e acabou.

Porém, muitas vezes os relacionamentos deixam de ser on-line e transformam-se em reais. Uns dão tão certo, acabam em casamento, mas outros caem em grandes armadilhas como roubos, seqüestros, violência sexual e morte. Segundo pesquisas apontadas na ISTO É, somente 2% dos relacionamentos que se iniciam virtualmente dão certo na vida real. E não é raro ver os veículos de comunicação alertarem para esse tipo de relação.

A revista VEJA, de 25 de janeiro de 2006, também abordou o assunto, mas deu outro foco ao falar de relacionamento na rede. Em sua matéria de capa “Traição virtual”, a revista abordou a infidelidade pela internet que tem comprometido a vida de casais. Eis uma nova maneira de ser infiel: algo que pode começar como um simples “passatempo” pode virar um ardente relacionamento e comprometer toda uma estrutura familiar.

Muitas vezes, as pessoas procuram esse tipo de relacionamento para suprir a carência de seus casamentos duradouros e rotineiros, já que a internet possibilita conversas abertas e íntimas, e, para outros, aparece também como meio de realizar fantasias sexuais e de se falar tudo o que se deseja sem qualquer constrangimento. Para isso, existem salas de bate-papo apropriadas e específicas para determinado tipo de assunto. Ali não há as cobranças que existem nos relacionamentos longos, pois não existem sentimentos.

“Todo mundo precisa de fantasia”. Foi o que disse à VEJA, um empresário casado, que preservando o seu nome, contou suas experiências eróticas na rede. “Sempre gostei das salas de sexo. Ali, está todo mundo na mesma onda: falar obscenidades, fantasiar, trocar endereços de sites pornográficos, fazer comentários sobre eles”. O empresário ainda afirmou conversar com uma colega de trabalho coisas especificamente sexuais, mas que, quando se encontram nos corredores não há intimidade, entre eles. “Quando a vejo fico tímido, não sei. Mas è um exemplo de como todo mundo precisa de uma fantasia. Está na cara, que ela, que também é casada, deve estar entediada com o sexo do marido e por isso busca algo mais”, concluiu.

Em tempos de infidelidade virtual, é possível, por 2 mil reais, contratar um detetive virtual para vasculhar mensagens de e-mail, messenger e orkut. Isso pode ser o bastante para comprovar a infidelidade.

Quer saber mais, leia na Hemeroteca, do DCH III, as revistas:

VEJA: Edição 1940 / ano 39 / nº 3 / 25 de janeiro de 2006
ISTO É: ano 30 / nº 1950 / 14 de março de 2007


por Natália Aguiar

Giro no Tabuleiro


Charles Alexandre entrevista um dos membros da Pastoral da Mulher, que realizou oficina de artesanato.

Da Redação MultiCiência

Núcleo de Vivência no Erecom




Os alunos de Comunicaçao Social dos estados de Maceió e da Bahia, da Universidade do Sudoeste da da Bahia (UESB), foram conhecer o Sistema de Comunicação da Asociação do Tabuleiro (SICA), criado há cinco meses que por meio de alto-falantes instalados em cinco quadras da comunidade levam informação e cultura para a comunidade. Na foto, Grazi, Jadi, Roseuilson ouvem atentamente a delicada Xuxa (de costas), aluna da UESB . Era a hora dos preparativos finais para colocar no ar Giro no Tabuleiro.
Foto por Charles Alexandre, membro do SICA.
Da Redação MultiCiência

Imagem do Erecom





A aluna do curso de Comunicação Social: Jornalismo em Multimeios, do DCH III/UNEB, Audimara Genipapeiro. Membro da Comissão de Núcleo de Vivência.


Ensaio fotojornalístico por Raphael Leal

A comunicação para a convivência com o semi-árido






Ensaio fotojornalístico por Raphael Leal

Núcleo de Vivência





Os particpantes do Erecom puderam conhecer o Instituto Regional da Pequena Agropecupária Apropriada (IRPAA), as diretrizes das políticas públicas de convivência com o semi-àrido e a proposta de comunicação da entidade.




Ensaio fotojornalístico por Raphael Leal

A Arte desfilando pela avenida


A arte presente no ato público em comemoração ao Dia do Trabalhador.

Ensaio fotojornalístico por Raphael Leal

Mundo do Trabalho



Estudantes e participantes do Erecom realizam ato público, no dia 1 de maio.

Ensaio fotojornalístico por Raphael Leal

Palestrantes





A diretora do Departamento de Ciências Humanas, Ana Lilian dos Reis, recepciona o professor Ismar Oliveira (USP) e professor Josemar Martins (UNEB), palestrantes da noite do dia 30/04.


Ensaio fotojornalístico por Raphael Leal

A felicidade é...


Eh, povo feliz...
Ensaio Fotojornalístico por Raphael Leal

Organizando o Jantar





Isabela, Wellington em plena ação: a organização do primeiro jantar para os participantes.



Ensaio Fotojornalístico por Raphael Leal

Comissão Organizadora


Paulo Victor, membro da Comissão Organizadora, em momento de descontração.
Ensaio por Raphael Leal

Instantâneos Fotojornalísticos: A recepção aos participantes





Quarta-feira, dia 30 de abril. Primeiro dia. O Comitê de Recepção aos participantes do II Erecom dá as boas-vindas à terra juazeirense. Serão cinco dias de vivências, palestras, debates, encontros, arte e discussão sobre Comunicação e Educação.
Ensaio Fotojornalístico por Raphael Leal
Colaborador do MultiCiência

Oficina de video-documentário aborda as teias do documentário-militante




Na última quinta-feira, os participantes do II Encontro de Estudantes de Comunicação Social (ERECOM) participaram da oficina de Vídeo-documentário, ministrada pelo cineasta, diretor e poeta argentino Carlos Pronzato.

O cineasta destacou a importância do documentário-militante no registro dos movimentos político-sociais e na composição de um painel que sirva para refletir sobre a prática, não só na academia. mas na produção autoral brasileira e na sociedade. "Um espaço que proporcione debates e incentive os cidadãos a tomar conhecimento de suas próprias possibilidades como atores sociais, retirando-os da mesmice, do status quo, do dia-a-dia, para mostrar que é possível protestar e mobilizar", defende.

Carlos Pronzato abordou ainda as problemáticas referentes à produção e à edição dos documentários, citando movimentos que ele registrou e documentou como a Guerra do Gás, na Bolívia; o panelaço, na Argentina; a posse de Evo Morales, na Bolívia; e a revolta do Buzu, no Brasil, etc.


Ele ressaltou ainda a inexistência de políticas públicas que apóiem essa produção e as dificuldades técnicas que englobam o documentário autoral.

Por Kátia Brito (Texto e foto)
da Redação MultiCiência

Instantâneos Fotojornalísticos do Erecom




O Encontro das Águas. Pureza, delicadeza e a renovação pela água, mãe terra.
Instantâneo Fotográfico do Erecom por Cecílio Ricardo.

E o debate continua....


Prof. Pinzoh: educação e comunicação são campos indissociáveis


O professor Josemar Martins, mais conhecido como Pinzoh, considera que há um encontro entre a educação e a comunicação, constituindo-se como campos indissociáveis. Contudo, defende que se deve exigir dos aparatos de comunicação a mesma responsabilidade social que é requerida da Educação na formação do cidadão.

“Educação e Comunicação são dois campos nos quais não há uma distensão precisa. A educação não se reduz à escola, nem a comunicação se reduz ao jornalismo”, afirmou.


Para encerrar a noite de debate, Rosângela Vieira apresentou a educação popular exercida pelas Escola Caminho das CEB´s como prática de libertação. O aluno André Araújo concluiu o debate com uma interação com a platéia para identificar a qualidade da formação em comunicação presente nos cursos de Comunicação Social, apontando fragilidade na estrutura dos cursos de comunicação e novas perspectivas para se pensar um curriculo mais heterogênio.



Por Wllyssys Wolfgang (texto e foto)
Redação MultiCiência

E o que aconteceu foi....

Prof.Ismar Oliveira, da USP, em visita, pela primeira vez, a cidade de Juazeiro-Bahia.



No painel Comunicação e Educação, o professor Ismar Oliveira defendeu a educomunicação como ferramenta que baliza a educação e a comunicação diante da influência sobre a opinião pública exercida pela imprensa, a qual ele atribuiu a função de “Escola Paralela”.


O professor ressaltou ainda a necessidade da criação de espaços interdisciplinares que aproximam o campo da educação tradicional à comunicação, transformando-o em “ecossistemas de comunicação” que convertem os indivíduos neutros e indiferentes à cultura, em seres ativos, criativos e presentes no desenvolvimento intelectual da sociedade.



Por Wllyssys Wolfgang (texto e foto)

Redação MultiCiência

O Erecom começou

Debate no Canto de Tudo, no DCH III, UNEB


Aconteceu, na última quarta-feira, no Departamento de Ciências Humanas, na Universidade do Estado da Bahia, a abertura do II Encontro Regional de Estudantes de Comunicação Social (ERECOM), com o painel Comunicação e Educação.

O debate contou com a presença do professore da Universidade de São Paulo (USP), Ismar de Oliveira Soares, Josemar Martins, da UNEB, o estudante de comunicação da Universidade Federal da Bahia, André Araújo, e de Rosângela Vieira, coordenadora da Escola Caminho das Comunidaes Eclesiais de Base (CEB´s), de Campos Formoso-Bahia.
Os participantes discutiram as inter-relações entre a comunicação e a educação, a partir de experiências vivenciadas, como o projeto EduCom, desenvolvido pela USP, os cursos de Comunicação Social e Pedagogia, na UNEB, que exercitam a prática de relacionar os dois campos, tornando-o apenas um, e a experiência da formação de professores leigos pela Escola Caminho das CEB´S, entre outras.




Por Wllyssys Wolfgang (Texto e Foto)

Redação MultiCiência