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| Foto: Reprodução/Internet |
A tecnologia extinguiu algumas profissões antigas e transformou radicalmente muitas outras, exigindo adaptação contínua e novas competências dos profissionais. O embate tecnológico não "acaba" com o trabalho, mas o reinventa, automatizando tarefas repetitivas e criando novas áreas. E o que dizer dos profissionais que seguem nadando contra à maré, usando os caminhos das tecnologias ou não, porém, cada um tem seus “artifícios”, para mantém sua clientela fiel.
Ao longo deste mês de janeiro, a Multiciência vai trazer uma série de reportagens no formato perfil de profissionais que atuam em diversas profissões na região do Vale do São Francisco. Os textos, que serão publicados às quintas-feiras, endossam as estatísticas de pequenos empreendedores que se mantém fiel ao seu ofício, além de se dedicar diariamente ao trabalho que lhe garante renda e necessidade de ampliar o negócio no mapa do comércio informal.
O conjunto de perfis foram produzidos através da disciplina de Redação Jornalística III, sob a coordenação e edição do professor Emanuel Andrade. Os textos focam na rotina individual de profissionais – homens e mulheres – que concederam entrevistas aos alunos-repórteres sobre a paixão e os desafios diante da rotina de seu trabalho, seja como artesão, pintor, manicure, marceneiro, cabelereira, relojoeiro, costureira, benzedeira, churrasqueiro, além de comerciantes que atuam a labuta da informalidade vendendo de bombons à acarajé. São simples cidadãos que pagam impostos como todos e mostram como ser profissional atento independente de crise econômica.
